sexta-feira, 9 de abril de 2010

Quais as consequências desse padrão de consumo para o meio ambiente?Quais as consequências desse padrão de consumo para o meio ambiente?




Quanto mais consumimos mais matéria prima é utilizada para a fabricação, esgotando os recursos naturais da natureza, mais lixo produzido por causa das demandas de produtos não aproveitáveis, como por exemplo, os EUA, que se todos consumissem como eles, seriam necessários 4 planetas Terra.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Qual a difereça entre consumo e consumismo?



A diferença entre o consumo e o consumismo é que no consumo as pessoas adquirem somente aquilo que lhes é necessário para sobrevivência. Já no consumismo a pessoa gasta tudo aquilo que tem em produtos supérfluos, que muitas vezes não é o melhor para ela, porém é o que ela tem curiosidade de experimentar devido às propagandas na TV e ao apelo dos produtos de marca. No entanto, a definição de necessidade supérfluas é algo relativo, já que um produto considerado supérfluo para alguém pode ser essencial para outra, de acordo com as camadas sociais a que a população pertence. Isso pode gerar violência, pois as pessoas que cometem crimes na maioria das vezes não roubam ou furtam nada por necessidade, e sim por vontade de ter aquele produto, e de não ter condições de adquirí-lo. Nesses casos, a necessidade de consumo se torna uma doença, uma compulsão, que deve ser tratada para evitar maiores danos à pessoa.

Oque é Consumismo?


Consumismo é o acto de consumir produtos e/ou serviços, indiscriminadamente, sem noção de que podem ser nocivos ou prejucidiais para a nossa saúde ou para o ambiente. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de influência que as empresas, por meio da propaganda e da publicidade, bem como a cultura industrial, por meio da TV e do cinema, exercem nas pessoas. Muitos alegam que elas induzem ao consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade de agora.

Quais alternativas existem para o atual padrão de consumo?



Voltar a incluir o ser humano também conceitualmente na natureza, justamente porque ele a influencia diretamente. Somos "tão naturais" que dependemos totalmente do equilíbrio dessa natureza. Pois toda a criação aguarda ardente redenção, já dizia o Apóstolo Paulo.

De que forma gastamos nosso dinheiro? Temos liberdade para fazê-lo?


Propaganda seduz consumistas

A publicidade induz os consumidores a comprar por impulso ou por compulsão. Tudo é pensado para convencê-los da 'necessidade' da compra: mensagens sedutoras, embalagens bonitas e vitrines atraentes.

Planejado
Os impulsivos e compulsivos são as grandes vítimas das propagandas. Os publicitários vivem estudando maneiras de seduzir e atrair os consumistas para comprar os produtos de seus clientes. O professor Dilson Gabriel dos Santos explica que, na propaganda, tudo é muito bem planejado, feito com todo o cuidado para atingir o ponto fraco dos consumidores: o desejo.

Sedução
O primeiro passo dos publicitários é descobrir se o seu comprador ideal está mais sensível ao apelo emocional ou racional. Por exemplo, um consumidor interessado em uma jaqueta de couro pode comprá-la só porque o cantor de sua banda de rock predileta a usa, ou por ser esse o modelo mais barato. Na maioria das vezes o anúncio publicitário é feito com base nesse tipo de pesquisa.

Consumo
A cartada final vem na hora da compra. A iluminação, a vitrine e a embalagem são produzidas para seduzir os consumidores. Pesquisas mostram que o estímulo visual faz com que as pessoas consumam um produto mesmo sem necessidade.

Qual o papel da propaganda no nosso processo de escolha?


A propaganda hoje é o carro-chefe do mercado, pois o dever da propaganda é criar necessidades e mais necessidades, seduzindo o consumidor, de modo que se torne quase impossível a realização completa das mesmas. Sempre há algo mais novo e mais eficiente que suprirá uma necessidade que, até então, o consumidor não tinha atentado e assim, dia após dia, o consumidor “coisificado” é bombardeado por um sem-número de propagandas nos meios de comunicação de massa, telefone, correio, internet etc. que o convence a qualquer custo que determinado produto ou serviço é indispensável à sua sobrevivência. O poder da propaganda é, além de muito forte, sutil. Vivemos numa efervescência de marcas, adjetivos, qualidades maravilhosas e soluções arrebatadoras para problemas ou necessidades que não temos, ou se temos, nunca nos demos conta. Esse poder sutil da propaganda de mercado faz com que nos confundamos entre o que é necessidade e o que é supérfluo, pois os valores incutidos em nossas mentes pela propaganda faz com que transformemos simples necessidades diárias em verdadeiros acontecimentos ao usar determinados produtos envoltos em grife e glamour, como escovar os dentes ou fazer a barba, por exemplo. E faz com que façamos do supérfluo verdadeiras necessidades vitais.

Como é a relação do jovem com o consumo?




São adolescentes, mas pode chamá-los de maquininhas de consumo. Um estudo realizado com garotas e rapazes de nove países mostra que no Brasil sete em cada dez jovens afirmam gostar de fazer compras. Desse grupo de brasileiros, quatro foram ainda mais longe – disseram ter grande interesse pelo assunto. O resultado da pesquisa, que tomou como base um trabalho da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Is the Future Yours? (O Futuro É Seu?), foi significativo: os brasileiros ficaram em primeiríssimo lugar no ranking desse quesito, deixando para trás franceses, japoneses, argentinos, australianos, italianos, indianos, americanos e mexicanos. Ou seja, vai gostar de consumir assim lá no shopping center. O poder dos adolescentes sobre o mercado vai mais longe ainda, mesmo que eles não dêem a mínima para abstrações como "mercado". Costumam, por exemplo, aparecer com mais assiduidade no balcão. Pessoas com menos de 25 anos trocam de aparelho celular uma vez por ano (as mais velhas, a cada dois anos). Em relação às bicicletas, só para citar mais um exemplo, a situação é semelhante. Os adolescentes não são os maiores compradores do setor, mas aposentam uma bike a cada quatro anos. Os mais velhos só mudam de selim de sete em sete anos. Diante de tantas evidências, não causa surpresa que o gasto médio das famílias brasileiras seja maior nas casas em que moram adolescentes de 13 a 17 anos.